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PremieR pet inaugura nova fábrica e entra no segmento de petiscos

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Nova fábrica entra em operação no complexo industrial da PremieR pet em Dourado (SP).

Após investir pesadamente em seu complexo industrial em Dourado (SP), a empresa coloca em operação uma das mais modernas fábricas do mundo para produzir cookies para cães.  O resultado remete ao nível de cuidado, qualidade e padrão de produção humanos, com certificação LEED de sustentabilidade.

Especialista em nutrição de alta qualidade para cães e gatos, a PremieR pet detém uma das mais modernas fábricas de pet food da América Latina, fundada há 19 anos e pioneira no segmento de alimentos Super Premium no Brasil. Constantes investimentos em tecnologia, infraestrutura, inovação e pessoas garantem seu status de complexo industrial de ponta, localizado em uma área total de 552 mil m2 na cidade de Dourado (SP).  E a partir deste mês, uma nova fábrica entra em operação no local, construída exclusivamente para a produção de cookies e marcando a chegada da PremieR pet ao segmento de petiscos.

A empresa investiu pesadamente ao longo dos últimos dois anos para desenvolver a nova operação fabril. Equipamentos foram testados e trazidos de várias partes do mundo para atender a demanda de produção dos cookies diferenciados da linha PremieR Cookie, formulados com exclusividade pela equipe de veterinários especialistas em nutrição que atuam do Centro de Desenvolvimento Nutricional – CDN da PremieR pet.

Inovação no processo produtivo

Com 7.700 m2 de área construída, a fábrica de cookies da PremieR pet oferece um processo produtivo de altíssimo nível, que garante rígido controle de qualidade das matérias-primas (garantia de excelência PremieR pet) e alto grau de automação nos processos. “As fórmulas são digitadas em sistema computadorizado, os ingredientes são minuciosamente pesados em balanças individuais de alta precisão, transportados por uma combinação de sistemas pneumáticos e de arraste fechados, que garantem eficiência e segurança no processo”, afirma Cássio Macedo de Toledo, engenheiro químico e diretor industrial da PremieR pet.

Segundo ele, um dos destaques é a masseira, onde é feita a mistura dos ingredientes, um equipamento diferenciado no mercado brasileiro, importado da Itália e utilizado na fabricação de cookies humanos. O sistema fechado de transporte de ingredientes isola a matéria-prima e evita contato com o ambiente, aumentando a segurança dos alimentos. E o sistema de múltiplos estágios garante que cada ingrediente chegue até a masseira na ordem e momento exatos da mistura.

Finalizada a massa, ela passa pelo processo de moldagem – e não laminação, como ocorre na produção da maior parte dos petiscos no Brasil. “Esse processo garante maior precisão de corte e formatos perfeitos, bem-acabados, sem desperdício e com a textura adequada ao produto. Na etapa seguinte, o cookie segue para o forno, para ser assado – e não extrusado, o que representa outro diferencial PremieR pet. Trata-se do mesmo processo adotado na fabricação de cookies humanos, que propicia maior palatabilidade (sabor) e faz com que os cookies assem de maneira absolutamente uniforme”, explica Toledo.

Os cookies são acondicionados em embalagens especiais de 250g, com Sistema Easy Open, que facilita a abertura da embalagem pelo consumidor, e Sistema Abre/Fecha, aplicação de zíper que permite maior conservação do sabor, aroma e crocância. Pronto! O mercado acaba de ganhar um produto único e inovador.

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PremieR Cookie: assados, moldados, nutritivos e saborosos, graças ao processo de fabricação de grau humano.

“Esse processo produtivo garante cookies diferenciados, com ingredientes de altíssima qualidade, nutritivos, assados, moldados em formatos únicos e exclusivos, que remetem ao nível de cuidado, qualidade e padrão humanos”, destaca o diretor de marketing e responsável pela área de produtos e trade marketing da PremieR pet, Fernando Jun Suzuki.

Certificação LEED –  inédita no setor!

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A PremieR pet tem atuação direcionada para a sustentabilidade desde a sua fundação, e com esta nova fábrica não poderia ser diferente. Inclusive, a empresa foi além e não poupou esforços para que a unidade já nascesse 100% alinhada com seus valores, incorporando a dimensão socioambiental desde os alicerces e tornando-se reconhecidamente um exemplo inédito no segmento.

O projeto contou com consultoria e mão de obra especializadas e foi totalmente direcionado para uma edificação e operação sustentáveis. O resultado merece ser celebrado: a fábrica de cookies já iniciou suas operações com a Certificação LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, considerada o principal selo para edificações verdes no Brasil e utilizada em 143 países.

“Uma planta com certificação LEED New Construction é garantia de um projeto de alta performance, sustentável e com reconhecimento internacional”, sintetiza o diretor industrial Cássio Macedo de Toledo. Essa conquista, segundo ele, reflete os valores há muito praticados pela PremieR pet do ponto de vista ambiental e também social, evidenciando a conscientização da empresa inclusive em relação à saúde e segurança dos trabalhadores, bem como satisfação e bem-estar dos consumidores dos produtos nela fabricados.

Avaliação rigorosa

Para conquistar a certificação LEED New Construction, a fábrica passou por um rigoroso processo de avaliação que levou em conta sete quesitos: terreno sustentável, uso racional da água, energia e atmosfera, materiais e recursos, qualidade do ambiente interno, inovação de projeto e atendimento a prioridades regionais de fornecedores. “Foi um grande desafio, tanto que nenhuma fábrica do nosso segmento já alcançou tal certificação no Brasil. Mas com muito empenho conseguimos atender os requisitos e podemos comemorar esta conquista inédita”, revela Toledo.

Entre os investimentos realizados está a construção de duas lagoas para a coleta de água pluvial. Parte é direcionada para reuso sanitário e parte para reuso na irrigação, promovendo controle da quantidade e qualidade da água devolvida ao ambiente. A instalação de um telhado com área de captura de água e de restritores de vazão (lavatórios, torneiras e mictórios) também impactaram nos resultados e as iniciativas juntas geraram uma economia de mais de 20% no consumo total de água e de 50% do uso de água potável para paisagismo. O processo industrial também não gera efluentes e a pouca água usada na limpeza das linhas é tratada em uma estação própria. “Alcançamos um balanço hídrico exemplar e geramos uma excelente economia”, comemora Toledo.

A eficiência energética também foi alvo de esforços e é monitorada diariamente. A empresa já contava com energia térmica gerada em caldeiras movidas a cavaco de madeira, derivado de eucaliptos cultivados na própria fazenda, fechando assim o ciclo de carbono, com emissão zero.  A energia elétrica, por contrato com a fornecedora, também já era proveniente de fontes 100% renováveis, de pequenas centrais hidrelétricas e eólicas. Na nova fábrica, os materiais foram escolhidos cuidadosamente para promover ainda mais eficiência. Vidros, iluminação LED, telhas translúcidas, entre outros. “Só a troca das lâmpadas fluorescentes por LED gerou uma economia de 10% no consumo total”, revela o diretor industrial. Até mesmo o transporte privativo para funcionários foi aprimorado e criado um bicicletário, que juntos contribuem para reduzir o uso de carro e a emissão de CO2 na região.

“Nossa construção priorizou materiais e recursos de baixo impacto ambiental, bem como gestão de resíduos desde a obra, sem encaminhamento para aterros e, sim, para depósitos de reciclagem, com uma meta de 75%. Adotamos 10% de conteúdo reciclado, como concreto, aço e alumínio, e 20% de materiais adquiridos de fornecedores do entorno, favorecendo o desenvolvimento da economia regional e economizando transportes e emissões de CO²”, explica.

No quesito qualidade ambiental interna, Toledo destaca que foram priorizados materiais com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis (como tintas, adesivos, revestimentos e selantes da Eucatex), monitoramento de vazão de ar, ventilação e fumaça, conforto térmico com controle de iluminação por ambiente e posto de trabalho. “Promovemos a iluminação natural em 75% dos espaços e 90% das áreas ocupadas têm linha de visão e acesso a paisagens”, conta.

Após dois anos de investimentos a PremieR pet tem orgulho de receber o selo LEED New Construction para a nova operação fabril e iniciar a produção da linha Premier Cookies. São produtos diferenciados desde sua idealização e em todas as etapas de fabricação. O resultado não poderia ser diferente: mais um case de sucesso para a PremieR pet e uma inovação no segmento de petiscos.